Inauguração das Adegas Benjamim de Rothschild & Vega Sicilia

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Desde 2003 investiram 22 milhões de euros nas Adegas Benjamin de Rothschild & Vega Sicília, tendo-se o projeto estendido por quinze anos durante os quais se construiu um “meio ambiente“ ultra moderno para assim poder controlar todos os detalhes no processo de vinificação

Uma associação entre dois nomes de primeiro plano com iguais valores de determinação e criatividade.

Em 2003, Edmond Rothschild Heritage e Vega Sicília decidiram reunir os valores de determinação, elegância e criatividade das suas atividades para construir uma adega de raíz.

Ariane de Rothschild, presidente do grupo Edmond de Rothschild, explica. “Criar um novo vinho com êxito a partir do nada não se consegue sem tenacidade e determinação. Há quinze anos pouca gente considerava um investimento de tão longo prazo, especialmente numa época de incertezas económicas. Isto foi um encorajamento para fazer ainda mais no sentido de conseguir excelência. Dizíamos então que este seria o vinho dos nossos filhos que através das gerações futuras iria adquirir padrões excepcionais de qualidade. Hoje em dia não tenho dúvidas que conseguiremos isso.”

Esta associação procurou marcar Rioja através de novos métodos e assim inspirar futuras gerações de víticultores. Tudo começou já com uma seleção cuidadosa e paciente dos terrenos. Foram adquiridos 120 hectares de vinha durante os últimos treze anos  através de 70 transações de compra diferentes e também  discretas para manter o projeto  confidencial. 

Os vinhos são o resultado de um processo meticuloso de seleção, dentro das 130 parcelas de vinhas. São produzidos segundo o estilo de Bordéus, isto é, com duas espécies de castas. Cada casta é tratada de forma idêntica até que cada lote resultante seja provado e em seguida enviado para envelhecimento para uma das  duas castas: Macán e Macán Clásico.

Juntar os últimos progressos técnicos com a herança das técnicas tradicionais é essencial para a qualidade singular dos vinhos de Macán. Na vinha a equipa dos viticultores usa práticas tradicionais favorecendo técnicas de tratamento naturais e trabalho manual. 

Depois da primeira colheita de Macán em 2009, foram produzidas cerca de 69.000 garrafas e os stocks esgotaram-se em semanas. A nova adega vai aumentar a produção a um novo nível e com padrões de qualidade ainda mais elevados. Nas novas instalações espera-se uma  produção máxima de 320.000 garrafas.

Macán reflete a estratégia que Ariane de Rothschild implementou  no domínio das atividades financeiras e não financeiras do Edmond de Rothschild Group, que consiste em impulsionar os limites da inovação, combinar performance e investimento a longo prazo e reinventar o modelo de gestão tradicional.

A Baronesa considerou sempre as atividades da sua família como um “laboratório” de empresa para o Grupo, em domínios exteriores às finanças. Esta foi a razão pela qual conseguiu transformar essas atividades em atividades propulsionadoras. Assim, desde Dezembro 2016, as adegas, os hotéis, restaurantes e a fazenda operam sob uma única entidade chamada Edmond de Rothschild Heritage, representante de uma nova estratégia, internacional e coerente.

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