Esporão Reserva Branco 2015

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Desde o seu primeiro vinho de 1985 que o Esporão mantém a tradição de enriquecer e personalizar os rótulos de cada colheita, unindo a cultura universal do vinho e da arte, sendo que o Esporão Reserva Branco 2015 é o primeiro de quatro vinhos a chegar ao mercado com obras de Pedro A.H. Paixão

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Mantendo o seu carácter, o Esporão Branco 2015 revela as características do ano da colheita, marcado por um Inverno muito seco, e a Primavera e o Verão com temperaturas acima da média que determinaram o início antecipado da vindima. Apesar das temperaturas elevadas, não houve calores extremos e, durante a vindima, o tempo manteve-se seco, proporcionando uma qualidade notável das uvas, que se traduziu em vinhos de aromas frutados, intensos e persistentes. A viticultura seguiu práticas agrícolas de produção integrada, que assenta na racionalização dos recursos naturais e utilização dos mecanismos de regulação natural, contribuindo para uma agricultura sustentável e para frutos de maior qualidade.

O luso-australiano David Baverstock e Sandra Alves, são os enólogos responsáveis pelo Esporão Reserva Branco 2015, um clássico do Alentejo e um dos vinhos mais apreciados e emblemáticos do produtor. Resulta da seleção e conjugação das uvas das castas DOC Alentejo, Arinto, Antão Vaz e Roupeiro, provenientes da Herdade do Esporão. Após fermentação, parte do vinho permaneceu 6 meses em barricas novas de carvalho americano e francês, onde faz estágio sobre as borras finas, outra parte fez o seu estágio em cubas de inox.

Com um aspeto cristalino e cor palha com reflexos esverdeados, este vinho sugere aromas ricos com notas de toranja e pêssego. Na boca é cremoso mas complexo, revelando um excelente equilíbrio preenchido pela fruta, alguma mineralidade e um final longo e fresco.

Artista plástico, académico e editor, Pedro A.H. Paixão trabalha com a teoria e a prática do desenho em relação com a Filosofia. Para Pedro A.H. Paixão “o processo de produção do vinho e a sua antiguidade é como se estivesse carregado de fantasmas, e nesse sentido está carregado de uma enorme densidade. Não falamos simplesmente de vinho, um líquido que se bebe, mas sim um transmissor de memória, do passado, carregado de intensidades, de pessoas e de vidas de uma região. Estes rótulos trazem esse diálogo”.

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