Quinta Nova distinguida nos vinhos brancos

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Mirabilis Grande Reserva Branco 2014 eleito com prémio “Escolha de Imprensa” no Encontro Vinhos e Sabores.

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O vinho Mirabilis Grande Reserva Branco 2014, da Quinta Nova, foi distinguido com o prémio “Escolha de Imprensa”, na categoria de brancos, no âmbito da realização do Encontro Vinhos e Sabores, promovido pela Revista de Vinhos, em Lisboa. No total 357 vinhos foram submetidos à avaliação críticos de vinhos, jornalistas, bloggers e enófilos com funções em órgãos de comunicação social.

Está a ser lançado no mercado após ter sido elogiado por Mark Squires. O conceituado crítico norte-americano e provador oficial da The Wine Advocate considerou o vinho como “um dos melhores vinhos bancos portugueses”. Foi assim que a revista Wine Advocate definiu o Grande Reserva Branco, depois de esse ter obtido uma classificação de 92-94/100 pontos por Mark Squires, o provador de vinhos portugueses para o guru da enologia Robert Parker. Esse apreço pelo vinho do Douro produzido pela Quinta Nova foi, aliás, confirmado por sucessivas avaliações de excelência pelo mesmo crítico, que lhe atribuiu 92-94/100 pontos em 2013, 93/100 em 2014 e novamente 92/94 em 2015.

Estabelecida a qualidade deste vinho português de cor brilhante e citrina, a Quinta Nova renova-o agora com a colheita de 2014, que tem por base as castas Viosinho e Gouveio de vinhas antigas, com cerca de 80 anos. “A expressão deste vinho, cujas uvas são oriundas de diversas vinhas velhas de altitude, sugere-nos uma mineralidade intensa, combinada com uma frescura única, em que a acidez vibrante e a transparência se confundem”, descreve o enólogo Jorge Alves. O novo Mirabilis Grande Reserva Branco de 2014 resulta assim de um encontro de longa data entre granito, xisto e castas experientes, beneficiando dos efeitos da prensagem do cacho inteiro e de uma fermentação a 100% em barrica de carvalho francês e húngaro.

Nesse processo criativo, o Mirabilis Grande Reserva Branco passou ainda pela maturação com bâttonage parcial, o que significa que, nesse procedimento de agitação do mosto fermentado para recolocar em suspensão as leveduras mortas e resíduos de uva depositados no fundo da barrica, se conferiu ao produto final uma apurada “acuidade”.

“Esta conjugação eleva-nos para aromas de frutos de polpa branca, cítricos, e uma intensidade nobre de especiarias”, avalia Jorge Alves. “Na boca, a fusão entre a estrutura linear e a gravidade deste Mirabilis combina-se com uma acidez integrada e um longo e preciso final, o que nos baralha os sentidos quanto à sua origem”.

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